Há um mito na guarda compartilhada. Há quem pense que ao se estabelecer a guarda compartilhada, a criança passará metade do tempo com o pai e a outra metade com a mãe. Essa alternância de períodos iguais com cada genitor caracteriza guarda alternada e não compartilhada.

Segundo o entendimento majoritário do judiciário de muitos especialistas na área, a ausência de referencial de moradia pode gerar instabilidade emocional na criança, muitas vezes diagnosticada apenas mais tarde.

Vamos imaginar uma situação hipotética, se fosse o contrário, após a separação a criança permanecesse na mesma residência e cada genitor para conviver com o filho, se mudasse semanalmente.

Esta seria certamente uma situação muito desgastante pros pais que já são adultos, imagine uma criança em desenvolvimento?

Este modelo não é bem-vindo no Brasil e em muitos países também.

A guarda compartilhada tem como caracterização em destaque a participação efetiva na criação e nas decisões relacionadas ao filho, podendo-se estabelecer o convívio familiar amplo e saudável sem se perder o referencial de moradia.

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